16 de out de 2009

Finalizando as divagações sobre as duas formas de tecer ...

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Uma pesquisadora espanhola respondeu às minhas inquietações sobre as duas formas de tecer as rendas de agulha chamadas e tidas indiscriminadamente como nhanduti, tenerife, renda sol...
Há já algum tempo,  no site do Museu Arenys del Mar, encontrei uma referência a esta questão citando  um texto sobre as Rosas de Tenerife de Maria Ângeles González Mena. Naquela época o site do museu escolhia uma peça do acervo para ser apresentada ao público com detalhes e eu me deparei com a página cujo "download" fiz  na época como está abaixo, mas que não se consegue mais ser localizada hoje. Também ainda não tive contato com o texto citado de Maria Ângeles. Se alguém  tiver acesso a ele e quiser compartilhá-lo poderíamos fazer esta pesquisa a quatro mãos e duas cabeças ... ou até mais. A interatividade da ferramenta blog nos permite estender as fronteiras respeitando as contribuições individuais.

"Este pañuelo adquirido pelo Museo Marès del Encaje en 1984 es un exemplo del encaje del Tenerife. Maria Ângeles González Mena en el Catalogo de Encajes del Instituto Valencia de Don Juan de Madrid habla de rosas de Tenerife y las diferencia claramente de otras técnicas de estilo similar como los Soles de Salamanca, Puntos de Catalunha y Soles Del Casar. Aunque de características similares en cuanto al estilo, el encaje de Tenerife se diferencia tecnicamente del resto de trabajos. Los soles y el punto de Cataluña se realizan con aguja y sobre tela mientras que en el caso del encaje de Tenerife se utiliza un cojin pequeño que se denomina piqué, en la parte superior se coloca un disco metálico circular con el que se dibujan círculos concêntricos donde se colocarán las agujas. La encajera utiliza una de los círculos como base y a partir de esta se realiza la rosa de forma radial y a continuación realiza la trama con puntos de nudos e guipur.
Se cree que estos puntos empiezan a realizarse en el siglo XVI y el encaje de Tenerife es la única técnica que se ha mantenido. Probablemente de esta técnica deriva el ñanduti que se realiza en Paraguay, que recibe este nombre del hilo utilizado.

Bibliografia consultada:

González Mena Ma Ângela, Catalogo de Encajes, Instituto Valencia de Don Juan, Madrid, 1976
Raventos i Ventura, Antonia i Monserrat, Puntes, Ajuntament de Barcelona, 1967
Sanjurjo, Annick, Ñanduti - encaje paraguayo, Fondec, Asunción, 2001"
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2 comentários:

Magia dos bordados disse...

Olá Nhanduti de Atibaia! Estão de parabéns! O Blog sobre rendas esta bastante prazeroso de se lê. Também adoro bordados e rendas. Convido a me visitar, será um prazer recebê-los. http://alcastrosantos.blogspot.com Um grande abraço, Algecira Castro

Nhanduti de Atibaia disse...

Algecira,
Gostei do seu blog. É bem bonito.
Obrigada pela força.
Elizabeth H Correa
www.rendasol.org.br