14 de mai de 2018

El Museo del Encaje y Centro Didáctico de Castilla y León





El Museo y Centro Didáctico del Encaje de Castilla y León

El Museo del Encaje de Castilla y León surgió de la inquietud por restituir los encajes históricos de esta región, que estaban en fase de extinción.La tarea fundamental del Museo del Encaje es la de mostrar aquellos encajes que tuvieron gran relevancia en otras épocas y que cayeron en el olvido, concienciando a la vez de lo importantes que fueron y son para la cultura tradicional de Castilla y León.
fonte: http://www.museoencaje.com

10 de mai de 2018

Frivolitas: um projeto sustentável com a técnica da Renda Tenerife ou Nhanduti



Quixeramobim, Ceará, possui um programa desenvolvido com a associação de artesãos em que módulos da Renda Tenerife – que chamam Nhanduti – são aplicados em sapatos artesanais. Além de trabalhar com a técnica da tecelagem, os sapatos são feitos com descarte de uma fábrica de calçados da cidade. 
A técnica de tecer foi levada para a cidade em 2015 por uma senhora originária do Estado de São Paulo.

8 de mai de 2018

Roda de Conversa

Renda ou bordado

Andamos atormentadas por esse dilema ! (😉)

Por isso estamos organizando as Rodas de Conversa ....

Aguarde!

 ... no ATELIER NHANDUTI !



..."chicken scratch ~ depression lace ~ snowflake embroidery or embroidery worked on gingham fabric"..early to mid19th century...
fonte: Facebook - John Cannell

28 de abr de 2018

Ronaldo Fraga: A moda tem que ter propósito, assim como a vida.”

A roupa de Ronaldo Fraga nunca é só roupa. O estilista mineiro traz sempre significados ora políticos, ora sociais às suas criações, transformando os desfiles em manifestos. Desta vez, Ronaldo jogou luz à maior tragédia ambiental da história do Brasil: o rompimento da barragem de Mariana, Minas Gerais, em novembro de 2015. Com uma mensagem de reconstrução e resistência, ele se uniu a bordadeiras da região de Barra Longa, devastada pelo acidente, para desenvolver as peças da coleção apresentada na São Paulo Fashion Week (SPFW).


                             Pioneiro em desenvolver parcerias com comunidades artesãs para a produção de suas roupas, Fraga critica, em entrevista à BBC Brasil, o que vê como preconceito com os produtos artesanais nacionais. "O artesanato brasileiro é visto como coisa de pobre, feito para comprar para ajudar gente pobre", diz.
Leia abaixo os principais trechos da entrevista:
BBC Brasil - Sua nova coleção traz trabalhos das bordadeiras da região de Barra Longa, atingida diretamente pela tragédia em Mariana (em 2015, o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco inundou de lama diversas comunidades da cidade mineira). Há uma preocupação de que esse ofício se perca nesse local? Qual seu objetivo com isso?
Ronaldo Fraga - Gerar emprego e renda com reafirmação e apropriação cultural. É isso que faz com que mantenha-se o corpo e a musculatura do saber. E mais: que estimule a geração que está por vir a enxergar isso como valor.
Modelo do desfile de FragaDireito de imagemMARCELO SOUBHIA / FOTOSITE
Image captionModelo do desfile de Fraga: 'O que interessa é a moda ser entendida como cultura - isso é indiscutível', diz estilista
BBC Brasil - Mas o artesanato brasileiro é visto dessa forma pela nossa sociedade? Há algum tipo de preconceito?
Fraga - Claro. Há muito preconceito do brasileiro com nosso artesanato. O artesanato brasileiro é visto como coisa de pobre, feito para comprar para ajudar gente pobre. As pessoas não têm a educação, o saber e a boa vontade para poder ter o mínimo de esforço em enxergar a ancestralidade, a formação de um povo ali. Isso é muito característico de um país colonizado, porque eternamente vai achar uma renda europeia infinitamente mais bonita do que uma renda brasileira, quando essa renda brasileira conta a história desse povo.
Esse bordado de Barra Lagoa por exemplo, ele veio para o Brasil através dos portugueses no século 18, nos áureos tempos (das cidades mineiras) de Mariana e Ouro Preto. E Barra Lagoa era o polo dessa produção. Após essa tragédia ambiental nós corremos o risco de uma tragédia cultural porque, estigmatizadas, essas pessoas estão largando suas terras, mudando de cidade. Corremos o risco de esse saber desaparecer. Então é preciso que as novas gerações entendam esse valor.
fonte: BBC BRASIL

21 de abr de 2018

Renda é quase uma forma de feitiçaria!


“Criar renda é mágico; é quase como uma forma de feitiçaria ”Elena Kanagy-Loux


“Creating lace is magical; it’s almost like a form of witchcraft,” Kanagy-Loux explains. “And you’re making something that is completely useless; you don’t wear it, you just hang it on the wall.” Still, she says, she finds lacemaking “physically addictive,” and is on a mission to get more people to take up the craft. Just don’t call it a revival. “Lacemaking has never been dead or lost; it is still being made. It just doesn’t have good PR. I’m trying to be the PR campaign for lace.” Part of that is making people more aware of the material itself. “I want to expand people’s minds beyond the frothy tulle we think of as lace,” she says.


fonte: http://bust.com/style/194476-this-textile-artist-is-giving-new-life-to-traditional-lacemaking.html


Criar renda é mágico; é quase como uma forma de feitiçaria ”, explica Kanagy-Loux. “E você está fazendo algo que é completamente inútil; você não a usa, você apenas a pendura na parede." Ainda assim, ela diz, que acha que a renda é "fisicamente viciante"e sua missão é fazer com que mais pessoas assumam o ofício. Só não chame de "revival". “Renda nunca esteve morta ou perdida; ainda está sendo feita. Simplesmente não tem boas relações públicas. Estou tentando ser essa relações públicas. Parte disso é tornar as pessoas mais conscientes da técnica em si." "Eu quero expandir a mente das pessoas para irem além do tule cremoso que pensamos como rendas", diz ela.(tradução livre)
    
                                                    

19 de abr de 2018

Do Baú de Janine Rabelo Machado

Janine veio aprender a fazer renda no nosso curso de INICIAÇÃO À RENDA TENERIFE no último final de semana e trouxe para compartilhar conosco esse belo peitilho de renda feita em macramé. Foi feito por sua avó, Maria do Carmo Coelho Rabello (Botucatu/SP, 1900-2002).



Conhecia renda de macramé apenas em livros. Para mim essa peça mostra que renda pode ser feita em várias técnicas. E que não é técnica que faz a renda, é sua delicadeza, perfeição, beleza, mais uma joalheria que um artesanato.

A resposta a "o que é renda" é para mim uma quimera, mas gosto bastante da citação abaixo colhida no site da Professora Elizabeth M. Kurella, Curator of Antique Lace:

“A piece of lace is an artistic composition expressed in twisted thread, just as a piece of wood carving is the expression of the artist’s idea in chiselled wood.  Lace is not, like embroidery, an ornamented fabric; it is itself ornament.  It is not the application of art to a craft; the whole pattern is the fabric, and the fabric is the pattern.“ (Thomas Wright,   The Romance of the Lace Pillow, H. H. Armstrong, Olney, Bucks, England, 1919)
                       

2 de abr de 2018

ARTESANATO TRADICIONAL CRESCE 83,7%

Renda Turca de Bicos: uma RENDA gerando RENDA (fonte: Jornal Estado de Minas)


Num balé de linhas e agulhas, a vida passa em sucessão de cenas pelas cabeças de jovens a mulheres maduras, que vão traçando saídas encontradas na arte do bordado e da renda para assumir o próprio controle sobre os desejos, a profissão e a manutenção da casa e dos filhos. O ofício tão antigo quanto os tempos coloniais – trazido ao país pelos portugueses e espanhois – se fortalece, em lugar de sucumbir aos tempos em que um simples toque no celular resolve com impressionante praticidade do almoço ao jantar. Num cenário de crise da economia, então, se diversifica e atrai mais mãos quase mágicas.
Das técnicas do crivo ao richelieu, os grupos de bordadeiras vêm crescendo em várias regiões de Minas Gerais, onde a arte virou tradição, ou não perdeu o laço cultural, a exemplo de Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte; Turmalina, Berilo e Veredinha, no Vale do Jequitinhonha; Tiradentes, na porção central do estado, e Ipanema, no leito do Rio Doce.
Num país em que se dá pouca importância ao que dizem as estatísticas, os poucos dados existentes sobre o artesanato do bordado mostram que a atividade desponta na geração de emprego e renda em 4.243 municípios do Brasil, 76% do total, com base na pesquisa mais recente sobre o negócio da cultura nos municípios feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente a 2014. É como um traço da cultura nacional, desenvolvido em todos os estados, do Nordeste ao Sul do país.
Sergipe lidera a geografia do bordado, e na ice-liderança, ainda de acordo com o levantamento de dados do IBGE, empatam Minas Gerais e Goiás. Há bordadeiras trabalhando em 714 municípios mineiros, universo que representa 83,7% das cidades do estado. Quando consideradas as 44 cidades onde o artesanato da renda é desenvolvido, a média mineira sobe a 88,9% dos 853 municípios.
Trata-se, no Brasil e em Minas, de uma larga vantagem do bordado frente aos trabalhos feitos em madeira, material reciclado, barro e couro, entre outros. Na pesquisa anterior, de 2012, a atividade estava presente em 81,5% das cidades mineiras. Ponto paris, matizes, ponto atrás, richelieu, bainha aberta, pontos livres, as agulhas de Nayla Magalhães contam histórias bordadas no linho, no algodão, em toalhas e colchas, em jogos americanos, em saias e blusas, em camisas delicadas.

DIVERSIDADE 
Nayla tem muita habilidade com as agulhas, mas ela também tem talentos com a RENDA. A artesã de 65 anos é uma das responsáveis por manter vivo no município histórico a renda turca de bicos, registrada como bem de natureza imaterial, uma releitura da tradicional renda europeia. O trabalho que preserva a cultura do estado também gera emprego e renda. “Para nós, o ano não foi ruim. Participei de feiras com boas vendas, tive muitas encomendas para o Natal e estou com a agenda cheia até junho do ano que vem”, comemora a bordadeira.
Elas produzem e comercializam de itens decorativos a utilitários. “É um artesanato que começa na arte manual, e conjugado com outras matérias-primas leva à criação de produtos de maior valor agregado. O bordado ganha espaço também por carregar uma identidade cultural forte”, afirma Sabrina Campos. Faltam estatísticas sobre a receita movimentada pela atividade.
Sabrina destaca que o Sebrae tem observado aumento das vendas dos grupos de bordadeiras nos últimos dois anos. Na forma de ofício, o bordado e a RENDA ganharam, ainda, versões desenvolvidas em diferentes regiões de Minas e do país. No Nordeste, por exemplo, artesãos se especializaram na RENDA IRLANDESA e na Paraíba cresceu o trabalho da RENDA RENASCENÇA.

Saiba mais sobre o interesse comercial pelos artesanatos tradicionai e o crescimento da RENDA como atividade comercial no artigo abaixo:
http://www.centrocape.org.br/destaques/noticia/artesanato-associado-a-tradicao-cresce-em-837-dos-municipios-de-minas

29 de mar de 2018

ARTESOL LANÇA PORTAL DO ARTESANATO BRASILEIRO


Artesãos e mestres de comunidades tradicionais que produzem artesanato no Brasil ganharam um portal para expor seus trabalhos, trocar experiências e profissionalizar o setor. A nova plataforma, lançada em São Paulo, faz parte da Rede Artesol – Rede Nacional do Artesanato Cultural Brasileiro e foi financiada com incentivos fiscais da Lei Rouanet.



A Rede é uma iniciativa da organização social sem fins lucrativos Artesol – Artesanato Solidário, de São Paulo (SP). A coordenadora-geral do projeto, Josiane Masson, diz que a Rede e o portal são tentativas de superar a histórica fragmentação e desarticulação do setor. "A ideia é conectar pessoas, histórias e territórios. A gente queria mostrar o quanto o artesanato é belo na sua simplicidade", afirma Josiane.

A seleção dos 126 grupos foi resultado de pesquisa em 24 unidades da federação – apenas Roraima, Rondônia e Amapá ficaram de fora. A Artesol mapeou as cadeias produtivas em que os grupos estão inseridos, identificando lojistas, espaços culturais e entidades que apoiam o setor.

                                                     

De início, foram selecionados 126 grupos e associações de artesãos, para divulgação no portal. Como numa rede social, cada grupo tem a sua página, com fotos e informações sobre a comunidade e o artesanato produzido, com dados de contato, como telefone e e-mail dos respectivos grupos. A própria plataforma também permite o envio de mensagens, o que poderá abrir caminho para a comercialização de obras.

O portal contém ainda seções com conteúdo sobre o que é artesanato e orientações para comerciantes que atuam no setor, com foco no combate ao trabalho infantil, na promoção da igualdade de gênero, no uso sustentável dos recursos naturais e na remuneração justa dos trabalhadores. Há também uma espécie de código de conduta para quem comercializa obras de artesanato: "A gente não quer atravessadores, pessoas que explorem os artesãos." Um blog divulga iniciativas de artesãos e apoiadores do setor.

O portal está aberto a outros mestres e artesãos, mas estabelece critérios de seleção. Josiane diz que somente serão aceitos grupos de comunidades tradicionais, já que se trata primordialmente de um projeto cultural com o objetivo de fortalecer as raízes do artesanato brasileiro.



FONTE: http://www.cultura.gov.br
               http://www.artesol.org.br/

10 de mar de 2018

TANTO MAR - Fluxos transatlânticos do Design


"Foram quase dois anos de pesquisas e descobertas. O resultado vem à luz a partir do próximo sábado, quando abre em Lisboa a exposição “Tanto Mar – Fluxos Transatlânticos do Design”. A promoção é do #MUDE – Museu do Design e da Moda, cuja diretora, Bárbara Coutinho, é co-curadora da mostra. Nesse período, houve uma intensa e super rica partilha de olhares entre nós duas, cada uma com a sua perspectiva particular, a partir de um dos lados do Atlântico. A seleção final inclui cerca de 160 peças de diferentes tipologias, tais como móveis, roupas, joias, utensílios, ferramentas, objetos decorativos, paineis de azulejos, tecidos, ilustrações, marcas e publicações, do século 18 até hoje. Tanto Mar é uma malha de diálogos, afinidades e influências. Entre os participantes do lado brasileiro, Alice Flor,Bete PaesBrunno Jahara Eliane StephanHeloisa CroccoLino VillaventuraMarcia CirneMaurício AzeredoMarina SheetikoffMiriam Mirna KorolkovasRenata MeirellesRenato ImbroisiRicardo LeiteOficinaethos Marcenaria. O grande Fernando Lemos, português que vive há sete décadas em São Paulo, concebeu o cartaz da exposição. Mana Queiroz Bernardes desenvolveu durante 9 meses um projeto especial para a exposição em conjunto com o maravilhoso grupo português #AAvóveiotrabalhar. Como o prédio do MUDE está em reformas, a exposição vai ser no Palácio da Calheta, em Belém."
                                                                                                                                                Adélia Borges

Calçada Mar Largo, por Fernando Conduto em 1998 e Candeeiro por Cláudia M. Salles em 2015


A exposição propõe-se traçar um mapa de fluxos entre Portugal e Brasil, focando a atenção no design e na cultura material de cada país, de modo a problematizar a natureza dessas trocas e tentar entender como espelham a identidade e a história de cada um. A partilha de olhares e ideias entre as duas curadoras – Bárbara Coutinho, portuguesa, e Adélia Borges, brasileira – teceu uma malha de trabalhos transversais e autores que vivem cruzando ou unindo o Atlântico Sul. A exposição foca-se nos territórios de Portugal e Brasil, mas olha para a cultura material de alguns países africanos, uma vez que estes fluxos e trocas não foram bidirecionais, envolvendo muitas vezes África.

Banco Mocho, por Sérgio Rodrigues em 1954 e Cartaz do filme Brasil Verdade, por Fernando Lemos em 1964


Sem qualquer intenção de criar um discurso cronológico ou de esgotar um tema tão amplo, procura ser um espaço de reconhecimento, consciencialização e debate sobre a riqueza de uma real proximidade entre os dois países.
Entre os vários projetos apresentados encontram-se, por exemplo, Joaquim Tenreiro que traz de Portugal a maestria no trato da madeira para se tornar o “pai” do móvel moderno brasileiro; na direção contrária, encontramos a aplicação das colunas do palácio do alvorada de Óscar Niemeyer no Colégio de Moimenta da Beira, gesto considerado subversivo pela ditadura de Salazar. Mapeiam-se também iniciativas recentes de trabalhos elaborados em conjunto por profissionais das duas nacionalidades.

Exposição “Tanto Mar - Fluxos transatlânticos do design”
10 de março a 15 de julho  - Palácio Dos Condes da Calheta
Jardim-Museu Agrícola Tropical - Belém - Portugal

Curadoria: Bárbara Coutinho e Adélia Borges
Fonte: MUDE - Museu do Design e da Moda

2 de mar de 2018

Só se preserva aquilo que se ama, só se ama aquilo que se conhece.



A ONG NHANDUTI DE ATIBAIA esta iniciando sua atividade em 2018 fazendo DEMONSTRAÇÕES DA TÉCNICA DA RENDA TENERIFE na 3º Dobrada Cultural, série de eventos de promoção à cultura e valorização das artes locais que acontece na cidade de Atibaia entre os dias 03 de março até 22 de abril.

A DEMONSTRAÇÃO é uma estratégia de promoção em que um bem ou técnica é exposto ou exposta  às pessoas que estejam circulando em eventos ou espaços públicos. Esta atividade de difusão  concomitante com outras atividades é prática é muito utilizada no exterior por grupos que trabalham com ofícios tradicionais que assim combater o esquecimento de saberes e fazeres que integram o patrimônio cultural imaterial de uma população ou local que se encontram em vias de esquecimento.

NHANDUTI DE ATIBAIA é uma associação sem fins econômicos que há mais de 10 anos se dedica ao estudo e resgate da Renda Tenerife, uma renda artesanal de agulha que teve expressão econômica na nossa região até meados dos anos 1900. 
Elizabeth Correa, fundadora da associação e idealizadora do projeto teve sua iniciativa reconhecida através da premiação de Mestra Rendeira recebida no Concurso  Culturas Populares 2017 - Edição Leando Gomes de Barros" do Ministério da Cultura (SCDC/MINC) .

Elizabeth e NHANDUTI DE ATIBAIA estão compondo forças com a 3º Dobrada Cultural de Atibaia. No dia 08 de março, Dia Internacional da Mulher, estarão fazendo uma DEMONSTRAÇÃO  DA TÉCNICA DA RENDA TENERIFE na abertura da Exposição "A Essência do Feminino", às 19hs, no Centro de Convenções Victor Brecheret , que fica na Al. Lucas nogueira Garcez, 511, Parque das Águas, Atibaia.


|Leia mais em: https://atibaiaconnection.com.br/3a-dobrada-cultural-tem-inicio-neste-sabado-03-em-atibaia/